quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Em cima da mesa

de madeira um livro de Lydia Davis. Ao lado direito, a chávena, ainda fumegante de chá. Um bloco de apontamentos de capa negra de cartão e uma esferográfica vulgar de tinta preta. Mas aonde fora? Quando iria voltar? O rádio apanhava jazz e estática. Nem frio nem calor, um silêncio morno.

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