sábado, 21 de março de 2015

Uma palavra poética para o dia de hoje. Podia ser Will Eisner o autor das novelas gráficas, não tem o seu traço único, a escrita desenhada da genialidade? Mas escolho outra palavra. E dessa palavra farei uma escrita ou um conjunto de escritos. Esperem para ver. Esperem. Conseguem faze-lo nesta era do imediato e do instantâneo? Esperem. Ou não esperem. A palavra anda por lá fora, na rua e nos campos. Vão lá descobri-la. Saiam. Entrem na Biblioteca de Deus, o mundo, cosmos por fora de vós. Ao pé dos outros está a palavra de hoje e encontrem-na rodeada de gente. Essa será a vossa palavra, encontrada com os vossos esforços, diligência e muita poética. Valorizem-na. Partilhem pois claro, que o egoísmo já vos prendeu por séculos. E será então, a palavra poética para hoje. A vossa. Porque a minha eu cá sei, pode não vos interessar coisa nenhuma. Mas também é verdade que já vos disse qual era. Estavam atentos?

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